Valdemir Gomes
Já...
Estamos cansados... Promessas!
Na verdade, basta... Lambança!
A cada dia, COVID, avança...
Solução, vacina, temos... Pressa!
Vida do povo, virada às avessas...
O gestor, só bravatas... Patacoadas!
Ao invés de saídas... Piada!
Está empenhado em salvar... Prole!
Para isso, nas regras, bole...
Quanto a resolutividade... “Nada!”
Sem projeto, propostas... Penduricalhos!
Não apresenta nenhuma... Descente!
Caminhamos à marcha, ré... Indiferente!
Escondendo o coringa... Baralho!
Fake news, mentiras, ato... Falho!
Semelhante a galinheiro... Cocoricó!
Esperança, evaporando, virando... Pó!
Na mesa do pobre, falta... “Rango!”
Mistura indesejável, samba, tango...
Música inaudível, uma nota... “Só!”
Uma pergunta sem resposta...
Cadê os nossos... Congressistas?
As omissões, intermináveis... Lista!
No pior, melhor, alguns... Apostam!
Atrás do mandato, encosta...
Quanto ao povo, segue... Sufoco!
Brasil, tapera, de adobe, sem... Reboco!
Em benefício da sociedade... Nada!
Nesse jogo de cartas, marcadas...
Em vinte e dois, daremos... “Troco!”
Da comissão, aguardamos... Resultado!
Que toda manolagem venha à tona...
Os irresponsáveis, nocaute... Lona!
Punição exemplar aos... Culpados!
Quanto aos recursos, desviados...
Evidente, haja devolução... Imediata!
Cansamos de desculpas, erratas...
Equipe, arruaça, desencontros... Brigas!
Comprovado, essa massa, não dá liga...
Está explicito, evidente, indiferença... “Mata!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 12/06/2021
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