Valdemir Gomes
Vou...
Analisar com cautela... Momento!
Continuar com medidas... Preventivas!
Jamais serei barco à deriva...
Diante de o insólito... Evento!
Vacinado, respeito outros... Seguimentos!
Consciente, usando, máscara, álcool... Gel!
Como servidor, cumprirei... Papel!
Orientando, servindo... População!
Pois, isso, nada além, obrigação...
Saúde coletiva, melhor... “Troféu!”
A doença segue matando...
Pacientes esparramados... Corredores!
Quanto sofrimento... Dissabores!
Importante, manter-se, cuidando...
Devagar, as peças... Encaixando!
Maior prioridade, salvar... Vidas!
Garantindo a todos, sustento... Comida!
Não abandonando, povo... Carente!
Mantendo ativa, revigorada, semente...
Todos unidos, encontraremos... “Saídas!”
Só temos a lamentar...
Gestor, inversão... Prioridades!
No momento, faltando... Seriedade!
Está querendo, roda... Reinventar!
Mais esse engodo, vamos... Aguentar?
Dos demais poderes, exigimos... Atitude!
Dando um basta neste bravateiro... Rude!
Para solucionar, pouco tem... “Feito!”
Esquecendo, regras, antigo, aceito...
Reconhecer o erro, humildade... “Virtude!”
A sociedade precisa reagir...
Inaceitável concordar... Marasmo!
Indigesta felação, sem... “Orgasmo!”
Usando tropa, chantagem... Coagir!
Serra a baixo, País a cair...
Ao mundo viramos... Chacota!
Sem destino, guia, rumo... Rota!
Nossos representantes... Omissos!
Voto, procuração, compromisso...
Quanto, obscurantismo... “Marmota!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 15/06/2021
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