Valdemir Gomes
Ousadia...
Sonhar com um mundo humano...
Onde realmente, valorize o... Ser!
Descartando sem remorso... Ter!
Semelhante comtemplado... Plano!
O mandatário, não ditador... Tirano!
À sociedade, tratamento... Isonômico!
Quanto a status, poder, econômico...
Jamais a convivência... Atropele!
Não, julgamento pela cor da pele...
Que o amor deixe de ser... “Platônico!”
Divergências entre cores... Partidárias!
Fiquem restritas ao campo... Ideias!
Não somos lobos, quiçá... Alcateia!
Preservar a vida, necessidade... Primária!
Respeito, independente, faixa... Etária!
Todos tenham acesso... Marmita!
Que a verdade, sempre dita...
Sendo saída, remédio... Solução!
Extirpemos barreira, divisão...
Quem ama o semelhante, não... “Grita!”
Construir um amanhã diferente...
Mostrando, disposição... Garra!
Rompendo obstáculos... Amarras!
Espargindo a melhor... Semente!
Sendo do sonho, fonte... Nascente!
Deixando pegadas, o jogo... “Jogado!”
Entendendo, subjetivo, certo... “Errado!”
Mostrando ao coletivo... Repertório!
Na surdina, sem pirotecnia, auditório....
Governante precisa saber... “Não gado!”
Entendendo mudança, processo permanente...
Os gestores, felizmente... Passageiros!
O cargo não comporta... Bravateiro!
Inaceitável, arrogante, prepotente...
Ao implementar política... Excludente!
O País descarrila, sai... Trilhos!
Pai, independente do gênero... Filho!
Diante do fato, descriminar... Acinte!
Todo cidadão, contribuinte...
Basta de gesto Aminha... “Gatilho!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 16/06/2021
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