Valdemir Gomes
Com...
Calma, cautela... Discernimento!
Irei grafar sobre... Sistema!
Política, palavra em voga... Esquema!
Pandemia, ao povo... Sofrimento!
Sem respirador, impossível... Tratamento!
Pacientes enfileirados... Corredores!
Quanta aflição... Dissabores!
A passos de tartaruga, chega... Vacina!
Desse jeito, viola, desafina...
Enclausurado no poder, bando... “Predadores!”
Estamos na pinguela... Berlinda!
Gestor, promíscuo, saindo... Tangente!
Quanta manolagem, atitude... Incoerente!
Mas, felizmente, logo... Finda!
Dois mil e vinte e dois, melhor... Ainda!
Acabaram os mistérios... Segredo!
Mudaremos rumo da prosa... Enredo!
Viveremos uma nova... Alvorada!
Que gesto Arminha, que nada...
Assumirá cajado, competente... “Dedos!”
O povo está deveras ansioso...
Sonhando com melhores... Dias!
Jaz, falso profeta, entramos... Fria!
O retorno, com certeza... Garboso!
Todos contentes, sairemos... Vitoriosos!
Na retina simétrica do olhar... Brilho!
Pois, superaremos todos... Empecilhos!
Lambança, seus dias... Contados!
Grande Arquiteto, obrigado...
Brasil será recolocado... “Trilhos!”
O cidadão humilde, ordeiro...
Surrupiaram, roubaram... Futuro!
Ao invés de pontes, construiu... Muros!
Segue sem projeto... Bravateiro!
Da Ordem, um péssimo... Pedreiro!
Adora provocar, causar... Contenda!
Trabalhador sem emprego... Renda!
Desesperado, aguardando... Milagre!
Planalto, infestado de bagres...
É hora de acordar, tirar... “Venda!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 23/06/2021
FRONTEIRA
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EDUCAÇÃO
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