Valdemir Gomes
O...
Povo está num sufoco...
Toda semana, novo... Aumento!
Gestor exala inescrupuloso... Argumento!
Aguenta, calma, mais um... Piroco!
Mas, em vinte e dois... Troco!
Desgraça, claro... Passageira!
Seguindo, deslizando a esteira...
Pobre, raivoso, vermelha... Tez!
Sarampo, desgraça, uma... Vez!
Como água, escorrendo... Biqueira!
Calma... “errar é humano!”
Até Cristo, foi ... Traído!
Mas, erros serão... Corrigidos!
Faz parte, promiscuidade... Engano!
Coragem, para refazer... Planos!
Afinal, todo governo... Temporário!
Mesmo sendo tratado... Otário!
À luta, não jogaremos... Toalha!
Quem a desordem, espalha...
Com certeza, agride, desvirtua... “Rosário!”
Acredite no seu potencial...
Gesto Arminha, tática... Hipnose!
Eleitor, vitima, embriagado... Overdose!
Na verdade, agindo pelo... Emocional!
Patriotismos, palavra chave.... Buçal!
Semelhante água, entramos... Cano!
Elegeram governante, sem... Plano!
Intitulado, ordem, justo... Perfeito!
Precisamos, rever, conceitos...
Tagarela, bravateiro, promíscuo... “Profano!”
Chegamos, ao posto, `sexta economia...
Graças a credibilidade, do gestor... Dedos!
Serenidade, licitude ao cargo... Segredo!
Entre poderes, independência... Autonomia!
Sem exibicionismo, pirotecnia...
Projeto, inclusão, menos... Favorecidos!
Com isonomia, recursos... Distribuídos!
Aos pobres, três refeições... Renda!
Chegando ao fim, celeuma, contenda...
Em vinte e dois, eleições... “Resolvido!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 25/06/2021
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