Valdemir Gomes
Para...
Registrar, grafar o cotidiano...
É preciso, observar, ficar... Atento!
Alguns indigestos, acontecimentos...
Povo, virando água, entrando... “Cano!
Diante de um bravateiro... “Profano!”
Desconhecendo, liturgia, cargo... “Despreparado!”
Seus adeptos, seguidores, tratamento... Gado!
Panela vazia, acabou... “Insumo!”
Brasil descarrilou, perdeu rumo...
Diria, aquela comediante: “Óh, coitado!”
Sua especialidade, balela... Mentira!
Segue, acusando seus...Desafetos!
Saiba, para governar, preciso... “Projeto!
Atitude, sabonete, muçum, põe... “Tira!”
Desculpas ao peixe, parece... “Traíra!”
Na realidade, deveras... Incompetente!
O celeiro, esvaziando, acabando... Semente!”
Quanto ao futuro, enxergar... “Lupa!”
No popular: “ Esse abacaxi, descasca, chupa...”
Tudo sob medida, à prole... “Parente!”
O penúltimo mês do ano...
No calendário, tempo...Escorrendo!
Nada de positivo... Acontecendo!
Os beneficiários, beltrano... “Fulano!”
As remarcadoras, no supermercado... Voltando!
A cada semana, produtos, novos... Preços!
A paciência, do fim... “Começo!”
São os efeitos do gesto... “Arminha!”
Infelizmente, viramos o País do tinha...
Dezessete, carimbo de... “Adereço!”
O salário, do trabalhador... Congelado!
Estão nas nuvens, custos... Vida!
Como encontrar, caminhos... “Saída?”
Gasolina e similares... “dolarizados!”
Diante dos fatos; impassível... “Calado!”
Partindo do governante, nenhuma... Resposta!
Diria, fomos apunhalados pelas costas...
Ao invés de solução, piada, sem... Graça!
Classe política enganação, trapaça...
Mas, alguns masoquistas... “Gostam!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 03/11/2021.
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