Valdemir Gomes
Nada...
Mais edificante, que um sorriso...
Sobretudo quando, surgido... “D’alma!”
Como anestésico, adormece... “Acalma!”
Nos conduz, direto... “Paraíso!”
Para a sociedade, alento... “Aviso!”
É sempre preciso... “Acreditar!”
As coisas erradas, corrigir... “Mudar!”
Pois, o mal, corta-se pela... “Raiz!”
O maior desafio, ser feliz...
Isso, não vem de graça, temos... “Buscar!”
O natal, tempo de renascimento...
Oportunidade de pedir perdão... “Perdoar!”
O estoque de otimismo... “Renovar!”
Deixando fluir, bons pensamentos...
Uma simples troca de olhar... “Cumprimento!”
Mudando de vez, carranca... “Destino!”
Simplesmente olhar, inocente... “Menino!”
Tem permissão, aval de... “Cristo!”
Com serenidade, cautela, administro...
Pedindo, autorização, digital... “Divino!”
Não se muda, rumo, roteiro...
Sem antes de tudo, rever... “Conceitos!”
À busca de um mundo, justo perfeito...
Sempre terá que vir... “Primeiro!”
Como um exímio, hospitaleiro...
Dando à vida, melhor... “Adereço!”
Sabemos, seu valor, não... “Preço!”
Como chuva, enchendo... “Reservatório!”
Façamos sem alarde, auditório...
A cada novo dia, claro... “Recomeço!”
O amar e ser verdadeiramente, amado...
Como uma estrada, pavimentada, duas... “Vias!”
Grande Arquiteto, leme, protetor... “Guia!”
Seu nome, com licitude, tenho... “Honrado!”
Sendo um autêntico, vigilante... “Soldado!”
Das suas edificantes, obras, a... “Serviço!”
Com humildade, retidão, compromisso...
Porém, cauteloso, defendendo... “Ideais!”
Lutando, consolidando a paz...
Os obstáculos, do percurso... “Derriço!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 27/12/2021
DESPEDIDA
Velório reuniu familiares, amigos e moradores na Pax Universal; artesão morreu aos 72 anos
MEIO AMBIENTE
Restrição começou nesta quinta-feira na bacia do Paraguai; período segue até 28 de fevereiro de 2027
Voltar ao topo