Valdemir Gomes
Olhar...
Para o meio ambiente...
Constatar devastação... Mazela!
Fato irrefutável, gestor... Atropela!
Fazendo abortar, qualquer... Semente!
Metamorfose, pobre, virando... “Indigente!”
Deveria está no calabouço... Detido!
Pois, como o sistema... “Comprometido!”
Seu discurso, não convence... Ninguém!
Num repente, descarrilou, trem...
Gritos, estourando tímpanos... “Ouvidos!”
Mas, como sentinela... Atento!
Analisando com cautela... “Fatos!”
Brasília, infestada, roedores... “Ratos!”
Quanto a massa, exageraram... “Fermento!”
Propostas, sem nexo, fundamentos...
Todas propaladas pelo... “Seboso!”
Incompetente, repugnante... “Asqueroso!”
Porém, alguns, batizaram... “Mito!”
Com essa, insanidade, irrito...
Futuro, na berlinda, deveras... “Nebuloso!”
“Estamos na marca da cal...”
Segundo a linguagem... “Futebolista!”
Pelos gritos, não truco, aprecio... “Bisca!”
Da desgraça, representante... “Oficial!”
Se justo, perfeito, desconhece... “Ritual!”
Assim, a moral, bons costumes... “Ofendem!”
Na vida, uns ensinam, outros... “Aprendem!”
Mas, ninguém, conhece... “Ninguém!”
Os fragmentos de milho, xerém...
Quanto patrimônio público... “Vendem!”
Esse gestor, piada, mau gosto...
Sua gestão a serviço... “Prole!”
Dando jeitinho, Constituição... “Bole!”
Nenhuma contrapartida, alto... “Imposto!”
Cartão corporativo, exagera... “Encosto!”
Alguns idiotas, ainda... “Veneram!”
O Brasil, transformando... “Tapera!”
Vida do trabalhador, tsunami... Tormenta!”
Nessa balada, a barragem, arrebenta...
Diz seu Boneco: “Assim, vou... Galera!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 18/01/2022
LUTO
Ele estava internado na capital e morreu nesta terça-feira; cerimônia de despedida acontece na capela do Cemitério Memorial Park
INFRAESTRUTURA
Trecho próximo à passagem de nível apresentava afundamento após as chuvas; equipes do município e da Sanesul atuaram no reparo
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