Valdemir Gomes
Num...
Belo crepúsculo de tarde...
Aves de rapina, deslizando... Espaço!
Asas abertas, simulando... “Abraço!”
Mas, sem nenhum ruído... “Alarde!”
Próxima exibição, acrobacia... Aguarde!”
Realmente, imponente... Soberana!
Na realidade, plainando, não... “Abana!”
Com olhares atentos, visão... Ampliada!
A corrente de ar, sua aliada...
Ilusão de ótica, semelhante... “Barbatana!”
Das alturas, visão, privilegiada...
Do espaço, localizando... “Petisco!”
Num repente, como raio... “Corisco!”
Sobre a presa, fome... “Saciada!”
Porém, são solidários... “Camaradas!”
Assim, todos, o cadáver... “Dilacera!”
No ninho, filhote, paciente... “Espera!”
Entre a prole, cauteloso... Reparte!
A cena, uma obra de arte...
Casal, um com o outro... “Cooperam!”
Momento de extrema magia...
Depois, finalmente... Saciados!
Pelos pais, são acariciados...
Distribuindo entre, semelhantes... Quantia!
À medida, que crescem, treinamento, inicia...
Todos os instintos, sendo... Aguçados!
Porém, com equilíbrio, cautela... “Cuidado!
Dessa maneira, imponente... Forte!
Habilitação, confiança, suporte...
Para encarar o mundo... “Preparados!”
Da cadeia alimentar, exímio, predador...
Sempre agindo, astúcia... “Competência!”
Com outras aves, harmônica... “Convivência!”
Assepsia, cuidadosa, ambiente... “Promotor!”
De algumas espécies, eficiente... “Controlador!”
Com habilidade, demarcando... “Território!”
Para sobreviver, variado... “Repertório!”
Uma predadora, habilidosa... “Soberana!”
Muitas vezes, impiedosa, tirana...
Arredio, sarcástico... “Contraditório!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 20/01/2022
LUTO
Ele estava internado na capital e morreu nesta terça-feira; cerimônia de despedida acontece na capela do Cemitério Memorial Park
INFRAESTRUTURA
Trecho próximo à passagem de nível apresentava afundamento após as chuvas; equipes do município e da Sanesul atuaram no reparo
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