Valdemir Gomes
Vou...
Relatar pitorescos fatos...
Do atual governo... Gestor!
Que causa estranheza... Pavor!
Brasília, palácio, infestado... Ratos!
Mas, com proteção, aparato...
O chefe executivo, saindo... Tangente!
Contaminando, abortando... Semente!
Jogador de truco, especialidade... “Gritos!”
Desconhece da Ordem, cerimonial, rito...
Vocábulo, destoante, predileto... “Somente!”
Mas, sem polêmica... Celeuma!
Apenas, registrando... Tiragem!
Com habilidade, a mensagem...
Superando, atrocidades... Traumas!
Resgatando memórias... Póstumas!
Do bravateiro, parlamentar... Feitos!
Quanta vergonha, desconhece, antigo aceito...
Os desinformados, pseudônimo... “Mito!”
Título desrespeitoso, flagrante, rito...
Diria, é urgente, rever... “Conceitos!”
Um político deveras, desequilibrado...
Como militar, vexame... “Vergonha!”
Produto de milho verde... “Pamonha!”
Na casca, palha, sempre... “Enrolado!”
Alguns doces, outros, salgados...
Mas do original... “Subproduto!”
Não vai nada além... Reduto!
Mas por anencéfalos... Venerado!”
Os que acreditaram, desamparados...
Agora sem norte, opção... “Ferrados!”
Não emitirei, laudo, veredito...
Cada um fala, o que... Pensa!
A ficha de promiscuidade... “Extensa!”
Comprometendo, ritualística... Rito!
Seus discursos, balelas... “Gritos!”
Diria, um sem noção... Maluco!
Na verdade, exímio jogador... Truco!
Um químico, produzindo... “Merda!”
Moral, bons costumes, não herda...
Jumento, inconsequente, arredio... “Xucro!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 24/01/2022
LUTO
Ele estava internado na capital e morreu nesta terça-feira; cerimônia de despedida acontece na capela do Cemitério Memorial Park
INFRAESTRUTURA
Trecho próximo à passagem de nível apresentava afundamento após as chuvas; equipes do município e da Sanesul atuaram no reparo
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