Valdemir Gomes
Ao...
Observar as atitudes, humanas...
Lutando desesperadamente, pelo... Poder!
Infelizmente, ignorando, esquecendo... Ser!
Implementando a desonestidade... Tirana!
No semelhante, bate, sopra... “Abana!”
Maldade dá satisfação... Gosto!
Diante de o problema... “Posto!”
Primeira atitude, fica... “Indiferente!”
Esquiva-se, saindo pela tangente...
Envergonhado, até esconde... “Rosto!”
Um mundo salubre, aconchegante...
Construir, belo desafio... “Diário!”
Dando as mãos, trabalhador, empresário...
Agindo de forma, solidária... Elegante!
Deixando a vida seguir... “Avante!”
Entendendo do próximo... “Necessidade!”
Praticando diariamente... “Caridade!”
Observando os ensinamentos... “Cristo!”
De felicidade e prazer, um misto...
Evitando, a todo custo... “Maldade!”
O meio ambiente, nossa casa...
Portanto, carece de atenção... Cuidados!
Florestas, nascentes, animais... “Preservados!”
Aquele que pensa em destruir... “Vasa!”
Algumas matas, leiras, carvão... “Brasa!”
O nosso pantanal, sentindo... “Drama!”
Virando fumaça, fogo... “Chamas!”
Assim, secaram-se, refúgios... “Vazantes!”
Nada voltará a ser como antes...
Homem Pantaneiro, lamenta... “Reclama!”
Em nome da famigerada evolução...
O humano, destruindo... “Natureza!”
O binômio, ambição, avareza...
Virando pré-requisito... “Chavão!”
Agindo sem sentimento, emoção...
Seu semelhante, concorrente... “Tratora!”
Qualquer deslize, agressão... “Embora!”
Dizimando sem chances... “Piedade!”
Este triste fato, recorrente, realidade...
Faltando comida em casa, fome...”Chora!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 29/01/2022
LUTO
Ele estava internado na capital e morreu nesta terça-feira; cerimônia de despedida acontece na capela do Cemitério Memorial Park
INFRAESTRUTURA
Trecho próximo à passagem de nível apresentava afundamento após as chuvas; equipes do município e da Sanesul atuaram no reparo
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