Valdemir Gomes
Peço...
Permissão ao grande... Mestre!
Para descrever, postura... “Humana!”
Não importa palácio... Cabana!
Muito comum, área... Campestre!
No interior, meio... Silvestre!
Com muito amor... Simplicidade!
Onde reina paz... Amizade!
A natureza, realmente... Preservada!
Poucas coisas, foram mudadas...
Tratamento isonômico... “Igualdade!”
Este ambiente quase perfeito...
Ainda existe, no... Interior!
Ar puro, cheiro da chuva... Sabor!
Vivendo um povo feliz... Satisfeito!
Sendo Landmark, antigo... Aceito!
Ninguém ambicioso por... Fama!
Criança brincando, na... Lama!
Após chuva torrencial... Calma!
A felicidade, lavando a alma...
Água deslizando, na... “Grama!”
Como manter esse espaço...
Incólume, sem poluição... Contaminado!
O cidadão, simples, deveras... Respeitado!
Valorizando aconchegante... Abraço!
Nada de celeuma, embaraço...
Todas as atividades, realizadas... Claras!
Mantendo a tradição, porteira... “Vara!”
Comida, alimentos naturais... “Qualidade!”
Palavra mais propalada, liberdade...
Roça feita, sistema antigo... “Coivara!”
Ali, o calendário, caminha devagar...
Mudanças bruscas, não... Acontecem!
As crianças, sem maldade... “Crescem!”
Cedo os pais, já começam... “Ajudar!”
Obrigações, tarefas, realizam... “Reclamar!”
Na escola da comunidade... Conhecimento!
Vão para aprender, não pela... “Alimento!”
Visto que em seus lares... “Fartura!”
Ao final do curso, festa, formatura...
Registrando este especial... “Momento!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 30/01/2022
LUTO
Ele estava internado na capital e morreu nesta terça-feira; cerimônia de despedida acontece na capela do Cemitério Memorial Park
INFRAESTRUTURA
Trecho próximo à passagem de nível apresentava afundamento após as chuvas; equipes do município e da Sanesul atuaram no reparo
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