Valdemir Gomes
Quero...
Continuar grafando os fatos...
Da vida do povo... Cotidiano!
Sugerindo, elaborando... “Planos!”
À sociedade, um novo... “Estrato!”
Questionando, conluios, aparatos...
Analisando com cautela... Estatística!
Não simplesmente crítica por crítica...
Através da escrita, propondo... Caminhos!
Se necessário, grafando em pergaminho...
História da realidade atual... “Verídica!”
Enfrentando desafios diários...
Propondo, inovando... Repertório!
Porém, sem alarde... Auditório!
Gestor, cometendo erros... Primários!
Registrando através, versos... Prontuário!
Alguns equívocos, atitudes... Inglórias!
Humildade, dando as mãos... Palmatória!
Claro, revendo, reorganizando... Bagagem!
Mesmo mantendo caminhada, viagem...
Evitando celeumas, situações... “Vexatórias!”
Não podemos fugir da realidade...
Para governar, necessário... Projeto!
Basta de fugir, culpando... Desafetos!
Aos problemas exigimos... “Resolutividade!”
Cansamos de bravatas... “Bestialidades!”
O povo pobre, submetido... “Regime!”
Acusado de baderneiros, sem... “Crime!”
Caíram na arapuca, gesto... “Arminha!”
Hipnotizados pelo cocoricó, galinha...
Quanto à gestão, faltando técnico... “Time!”
Estamos descendo a ladeira...
Consequência da escolha... “Errada!”
Ao invés de solução... “Patacoada!”
No supermercado, consumidor... “Choradeira!”
Sem dinheiro para fazer compras... “Feira!”
Os dirigentes, fugindo... “Somente!”
Bando de trapaceiros... “Incompetentes!”
Mas, o nove dedos, trará... Solução!
Oxalá, eleitor tenha aprendido, lição...
Graças ao Grande Arquiteto, outubro, à... “Frente!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 12/02/2022
LUTO
Ele estava internado na capital e morreu nesta terça-feira; cerimônia de despedida acontece na capela do Cemitério Memorial Park
INFRAESTRUTURA
Trecho próximo à passagem de nível apresentava afundamento após as chuvas; equipes do município e da Sanesul atuaram no reparo
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