Valdemir Gomes
Num...
Repente, descortina madrugada...
O sol surgindo atrás... Monte!
Seus raios, resplandece, vida... Fonte!
Como rotina, inicio... Caminhada!
Ao som da orquestra... “Passarada!”
Manhã, lida começa... Preguiçosa!
Gotículas de orvalho, acaricia... Rosa!
Logo aparece, beija flor... Visita!
O pólen, ovário, nova prole, credita...
Além de enfeitar, deixa... “Cheirosa!”
Apreciando o despertar do dia...
Degustando o cheiro... “Vento!”
Despertando, aflorando... Pensamentos!
Conversando com Grande Arquiteto... “Guia!”
Assim, minha jornada... “Inicia!”
Imediatamente, traçando... Roteiro!
Como transeunte, simples... “Passageiro!”
No percurso, alguns... Imprevistos!”
Coloco-os nas mãos de Cristo...
Claro a solução, surgindo... “Ligeiro!”
Pelos caminhos, fétidos... “Cadáveres!”
Animais, vítimas da insensatez... Humana!
Gestor faz de conta, apenas... Engana!
Sugerindo à população, armas... “Revólveres!”
Infelizmente, do cargo, desconhece... Deveres!
Por conseguinte, as regras... Afrontam!
Vivemos no País... “Faz de conta!”
Seguindo com bravatas, sem... Projeto!
Nada além, paliativos, decretos...
Intragável, inseto, mosca... “Tonta!”
“Tudo na vida, passageiro...”
Felizmente, esse truculento... Passa!
Em outubro, extirparemos... Raça!
Oxalá, haja justiça... “Prisioneiros!”
Cansamos de falsos patriotas... Brasileiros!
Cara de paisagem, desfaçatez... “Cinismo!”
O País está à beira do caos... “Abismo!”
Sua incompetência, deveras... “Irrita!”
Mas, tem gente que ainda, acredita...
Balelas, arrogância, gritos... “Patriotismo!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 13/02/2022
LUTO
Ele estava internado na capital e morreu nesta terça-feira; cerimônia de despedida acontece na capela do Cemitério Memorial Park
INFRAESTRUTURA
Trecho próximo à passagem de nível apresentava afundamento após as chuvas; equipes do município e da Sanesul atuaram no reparo
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