Valdemir Gomes
Nada...
Acontece por acaso...
Às vezes, pretextos... Motivos!
Na vida, necessário rumo... Corretivo!
As flores, ornamentam enfeitam... Vaso!
Tudo a seu tempo, sem... Atraso!
Grande Arquiteto, atento... Comando!
Mas o tempo, realmente... Voando!
Algumas celeumas, imprevistos... Acontecem!
Aqueles que massacram, batem, esquecem...
Essa hibernação, incompetência... “Quando?”
Governante, sem noção... Parado!
Sociedade, a quem pedir... “Arrego?”
Trabalhador, sem renda... “Emprego!”
À autoestima, um deveras... “Atentado!”
Feito trapo, pelos cantos... “Jogado!”
Assim, descarrila, sai... Trilhos!
Sepultando esperança, olhar... “Brilhos!”
Impossível elaborar plano... Projeto!
Gestor, nada, só improviso, decretos...
Não tem condições, alimentar... “Filhos!”
O povo podendo mudar... “Rumo!”
Trocar dessa embarcação... Piloto!
Inadmissível, esse sem noção... “Escroto!”
Desconhecendo, o nível, prumo...
Faltando-lhe conhecimento... Insumos!
Ao gerenciar, por decreto... Improviso!
Cara de deboche, sarcástico... Sorriso!
Às vítimas COVID, familiares... “Respeito!”
Felizmente, no próximo pleito...
Será expulso do poder... “Paraíso!”
Na retina do olhar, criança...
Há ainda, um brilho... Inocente!
Acreditamos, lógico, faremos... Diferente!
À medida que o calendário... Avança!
Sepultaremos de vez pirotecnia... Lambanças!
Amazônia em chamas, pedindo... “Socorro!”
Desmataram margens rios... “Morros!”
Garimpeiros, mercúrio... “Contaminação!”
Os minérios retirados, para onde vão?
Na realidade: “Estamos no mato... Cachorro!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 14/02/2022
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
Voltar ao topo