Valdemir Gomes
No...
Retrovisor da vida, saudade...
Dos tempos da minha... Infância!
Onde simplicidade, elegância...
Coisas inerentes à... “Idade!”
Binômio, inocência... “Verdade!”
Diria, eram irmãos... Siameses!
Passavam dias, semanas, meses...
Um tanto quanto, lentos... Devagar!
Nossos Pais, com simples, olhar...
Brinquedos, de improviso, não... “Chineses!”
As brincadeiras de roda...
Também as de esconde... “Esconde!”
Todos, pegavam gosto, mesmo... Bonde!
Realmente, a ninguém... Incomoda!
Não havia discriminação... “Poda!”
Cada um participava, a seu... Jeito!
Claro, radiantes felizes, satisfeitos...
Reinava muita paz... Alegria!
Pega, pega, aquela, correria...
Sem atitude, palavra... “Preconceito!”
Quanto as classes sociais...
Entre todas, um grande... Respeito!
Havia aqueles arrogantes, sujeitos...
Mas, entre as crianças... Normais!
Os lanches, eram divididos... “Iguais!”
Cada um na sua... “Crendice!”
Uma verdadeira farra, tagarelice...
Ao final, todos felizes... “Contentes!”
Brincadeiras, saudáveis, inocentes...
Nada de deboche, repetição... “Mesmice!"
A cada encontro, uma... Festa!
Num repente, alguns... Cansados!
Mas, os limites eram... Respeitados!
Discórdia, logo, aparava... Aresta!
Dos bons tempos, ainda, restam...
Grandes lembranças e boas... “Amizades!”
Conversas intermináveis... Liberdade!
Sinceros, fraternos e calorosos... “Abraços!”
Às vezes na lembrança, caminho, refaço...
Nas relações, haviam... “Reciprocidade!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 24/02/2022
LUTO
Ele estava internado na capital e morreu nesta terça-feira; cerimônia de despedida acontece na capela do Cemitério Memorial Park
INFRAESTRUTURA
Trecho próximo à passagem de nível apresentava afundamento após as chuvas; equipes do município e da Sanesul atuaram no reparo
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