Valdemir Gomes
Às...
Vezes voltando no tempo...
Retornando ao lindo... Começo!
Realmente, na vida, tudo... Preço!
Pelos caminhos, alguns... Contratempo!
Virando tempestade, calmo... Vento!
Momento em que calendário... Avança!
Começam, desencontros... Lambanças!
Muitas coisas, sem nexo... Sentido!
Deixa-nos, literalmente, perdidos...
Claro, pior remédio... “Vingança!”
Todo equívoco, tem... Conserto!
Sempre possível, mudar... Trajetória!
Reescrevendo uma nova... História!
Fazendo parte, erros... Acertos!
Mas, inventar fatos, pretextos...
Buscando fissura, investigando... Lupa!
A tal mamadeira de piroca... “Chupa!”
Isso, nos leva a caminho... “Nada!”
Tristes, desculpas, esfarrapadas...
Por favor, a moita... “Desocupa!”
Nem sempre estamos preparados...
Para desencontros... “Rupturas!”
Tudo, uma questão de cultura...
Alguns concordam, aceitam... Calados!
Outros, chutam o balde... “Irritados!”
Calma, é preciso encontrar... “Saída!”
Trabalhador, sem emprego... Comida!
Feito trapo, pelos cantos... Jogado!
Um tanto quanto, acabrunhado...
Digo, não existe, batalha... “Perdida!”
O calendário, insensível, escorrendo...
Com habilidade, refaremos... “Roteiro!”
Entendendo: “Aqui, somos... Passageiros!”
A lida, segue, ganhando... “Perdendo!”
Novos parâmetros, estabelecendo...
Sobrevivendo à política... “Horrores!”
Numa exacerbada inversão... “Valores!”
Porém, permanece, saindo... “Tangente!”
Postura, vergonhosa, inconsequente...
Somos vítimas de acordos... “Bastidores!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 27/02/2022
FRONTEIRA
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Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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