Valdemir Gomes
Assim...
Começa o mês de março...
Do gestor, faltando atitude... Projeto!
Tudo à base do improviso... Decreto!
Ao povo, curral, amarras... Laço!
Pobre desalentado, sem emprego... Descalço!
A cada semáforo, esquina... Pedinte!
Realmente, nem sempre, dez e dez... “Vinte!”
Ao invés de solução, cortina... Fumaça!
Mas, essa aflição, logo passa...
Diria, falta de respeito, um... “Acinte!”
Estamos deveras, sem rumo...
“No mato sem cachorro... Perdido!”
Pelo orçamento secreto... Agredido!
Para educação, saúde, não... “Insumos!”
Na realidade, vida sai do... Prumo!
As estruturas sociais... “Ruindo!”
Através de fake news... “Mentindo!”
Do trabalhador, evaporou... “Marmita!”
Essa desfaçatez, claro, irrita...
Como combustíveis, cesta básica... “Subindo!”
Nos supermercados carro consumidor... Vazio!
Situação, calamitosa... “Drástica!”
Mas, existe uma turma... “Fanática!”
Essa insensatez, provocando... Calafrios!
Das crianças, o leite, por um fio...
Pergunto: “A quem pedir... Arrego?”
Seus pais, sem norte... “Emprego!”
De um bando, aloprados... “Reféns!”
Palavra em voga, não tem...
Ele, cercado por serviçais... “Pelegos!”
Na retina do calendário, esperança...
Ufa! Outubro, está... “Chegando!”
Com certeza, com as eleições... Mudando!
Colocaremos ponto final... “Lambança!”
No popular, será hora... Vingança!
Colocaremos, de volta, nos... “Trilhos!”
Nada de arapuca, gesto Arminha... “Empecilhos!”
Escreveremos um outro... “Enredo!”
Retomará o cajado, nove dedos...
Devolveremos, aos olhos... “Brilho!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 01/03/2022
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
Voltar ao topo