Valdemir Gomes
O...
Mundo está triste doente...
COVID, assolando, deveras... Povo!
Sociedade, sedenta, pelo... Novo!
Mas, quanto ao líder... Intransigente!
Animal peçonhento, víbora... Serpente!
Atitude insana, irracional... Selvagem!
Está repleta de vaidade... “Bagagem!”
Que o Grande Arquiteto, coração... “Toque!”
Estamos perplexos, estarrecidos, em choque...
Diz o dito: “Desgraça, pouca... Bobagem!”
Haveremos de encontrar saídas...
Cansamos de bravatas... Insanidades!
Oxalá, restabeleça, amor... Amizade!
Temos que lutar em defesa... Vida!
Que nos lares, não falte... “Comida!”
Tudo faremos pelo futuro... “Filhos!”
Nos olhos da criança, luz... “Brilho!”
A todos, saúde de qualidade... “Escola!”
Objeto do desejo, seja bola...
Assim, manteremos universo... “Trilhos!”
Humildade, respeito ao próximo...
Faça parte da bagagem... Sonhos!
Quanto aos incrédulos, bisonhos...
Tenhamos tolerância ao... “Máximo!”
Entendimento, discreto... Aproximo!
Tem que ter sensibilidade... Diferença!
Não importando, credo ou crença...
Nada mais aconchegante... Abraço!
Medida, perfeita, esquadro compasso...
Quando interromper, desculpa... “Licença!”
Uma sociedade, plural diferente...
Não se implanta com arrogância... Armas!
Na surdina, sem pirotecnia... “Alarma!”
Assim, nosso planos projetos... “Frente!”
Sem contaminar, destruir... Semente!
Em obediência ao dono... “Mundo!”
Acreditando a cada minuto, segundo...
Somos do Pai, semelhante... “Criatura!”
Cada povo, crendice, cultura...
Merece cuidado, mesmo... “Vagabundo!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 10/03/2022
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