Valdemir Gomes
Preciso...
Continuar espargindo sementes...
Do amor, da paz... Tolerância!
Defendendo, protegendo a infância...
Acreditando num mundo... Diferente!
Mantendo o discurso... Competente!
Abominando esse cocoricó... Galinha!
Brasil, virando o País do tinha...
Afinal, impossível governar... “Decreto!”
Exigimos do gestor, atitude, projetos...
Fim do gasto excessivo, cartão... “Festinha!”
Tudo tem limites... Paciência!
Basta de fake news... “Mentiras!”
O que vemos peixe, robalo... “Traíras!”
Inconsequente ao ponto de questionar... Ciência!
Virando epidemia, a tal... “”Incompetência!”
Ao povo, hipnose, ração, curral... “Chibata!”
Nada de perspectivas, marcha ré... “Engata!”
Nessa embarcação, faltando... “Timoneiro!”
Do pobre está vazio, celeiro...
Cansamos de desculpas, balelas... “Erratas!”
Haveremos de encontrar caminhos...
A prioridade número um... “Gente!”
Mas, de posse do cajado... Demente!
O povo abandonado... “Sozinho!”
Da carne, nem molho... “Cheirinho!”
Com dedicação, mudaremos... “Rumo!”
À luta, coragem, postura... Insumos!
Nos bastidores, divisão, verbas... “Falcatruas!”
Está na hora de sairmos para a rua...
Na campanha, distribuição cachimbo... “Fumo!”
O ano felizmente, escorrendo...
Ufa! Em outubro teremos... Eleições!
Extirparemos esses oportunistas, vilões...
Assim, com sofrimento... Aprendendo!
A cada dia, fila do osso... Crescendo!
Quanta humilhação, falta... Respeito!
Momento de reflexão, de rever... Conceitos!
O relógio caminhando... “Anti-horário!”
Cansamos da tarja na testa, otário...
Ele volta, com nove dedos, tem... “Jeito!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 15/03/2022
LUTO
Ele estava internado na capital e morreu nesta terça-feira; cerimônia de despedida acontece na capela do Cemitério Memorial Park
INFRAESTRUTURA
Trecho próximo à passagem de nível apresentava afundamento após as chuvas; equipes do município e da Sanesul atuaram no reparo
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