Valdemir Gomes
Quero...
Continuar sempre motivado...
Para colocar em prática... Projeto!
Superando no percurso... Desafetos!
Deixando claro, tenho... Lado!
Segundo o velho dito: “O jogo... Jogado!”
Não aceito que atravessem... Samba!
Ao trabalhador, restos, migalhas... “Muambas!”
Esse tratamento, gado... “Inaceitável!”
Que seja coerente, maleável...
Chega de malabarismo, corda... “Bamba!”
A cada dia que passa...
Infelizmente, dificuldade... Aumenta!
Pergunto: “Até quando o povo... Aguenta?”
Nos lixões, migalhas, buscam... Caçam!
Quanto ao gestor, mentiras, trapaças...
Seu governo a serviço dos... Ricos!
Trabalhador, sofrimento, humilhação... “Bicos!”
Passos largos a caminho do nada...
No poder, traidores da Pátria armada...
Como chupim, explorando... “Tico-Tico!”
Teremos que encontrar saídas...
Antes que o Brasil, vire... “Tapera!”
Desse aloprado, pouco se espera...
Na mesa das famílias, não... Comida!
Faltando o básico, deveras... Desprotegidas!
As reuniões de bastidores... “Engodo!”
Papo desconexo: “Passando o rodo!”
A sociedade, berlinda, no fundo... “Poço!”
Da manga, casca, chupando caroço...
Dirigentes, lisos, sabonete... “Lodo!”
De maneira incisiva, ousada...
Sempre grafando, denunciando...Esquemas!
Ao invés de resolutividade... Problemas!
Enclausurados no poder, bando... “Cambada!”
Apologia, defesa da população... “Armada!”
Seu discurso, truculento, pregando... “Violência!”
Está por um fio, em liquidação... Paciência!
Assim, poesia perdendo, mote... “Rima!”
Insegurança, deixando um tenso, clima...
Pior, o Bravateiro, questionando... “Ciência!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 16/03/2022
LUTO
Ele estava internado na capital e morreu nesta terça-feira; cerimônia de despedida acontece na capela do Cemitério Memorial Park
INFRAESTRUTURA
Trecho próximo à passagem de nível apresentava afundamento após as chuvas; equipes do município e da Sanesul atuaram no reparo
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