Valdemir Gomes
Mais...
Um mês segue escorrendo...
A cada dia, dificuldades... Agigantam!
Com a crise, esperança... Suplanta!
Nenhuma luz ao fim do... “Vendo!”
Por falta de assistência, pacientes... Morrendo!
O bravateiro, brincando, fazendo... Chacota!
Continua, despejando mentiras... “Lorotas!”
Aos bons costumes, princípios... Irritam!
Alguns aloprados, aplaudem, acreditam...
Em passeata, acompanha... “Frota!”
Impossível permanecer calado...
Diante de tantas... Atrocidades!
A cada dia, novo engodo... “Maldades!”
Diria Silvio Brito: “Tá tudo... Errado!”
Mas, deixa quieto: “O jogo... Jogado!”
Em outubro, o povo, dará... “Jeito!”
Esse pseudo, patriota... “Sem jeito!”
Do contribuinte, receberá... “Troco!”
Com nove dedos, sairemos do sufoco...
Pois, tudo na vida, questão... “Respeito!”
A gente conhece o caminho...
Título eleitoral, eficiente... “Ferramenta!”
Nem sempre do... “A corda arrebenta!”
No popular: “Sempre dá-se jeitinho!”
Iremos grafar em pergaminho...
Um novo enredo, nova... “História!”
Na retina, esperança... “Vitória!”
Gesto Arminha, não provoca... “hipnose!”
Hoje, tem sabor amargo, overdose...
Erramos na escolha, mãos... “Palmatória!”
Essa maldita fase, logo passa...
Do otimismo, semearemos... “Semente!”
Gestor que não prioriza, gente...
Através do voto, extirparemos... “Raça!”
Não nos assusta, intimidação, ameaças...
Fazemos parte, dos tais... “Come quieto!”
Cansamos de tanto improviso... “Decretos!”
Aos problemas, cobramos... “Resolutividade!”
Sugiro: “Desocupa, se não tem capacidade...”
É óbvio: “Não se governa... Projeto!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 20/03/2022
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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