Valdemir Gomes
Não...
Podemos continuar calados...
Diante de tantas... “Mazelas!”
Infelizmente, crianças sofrendo... Tabela!
Governo, “Água de açude... Parado!”
Pelo gesto Arminha, povo... “Hipnotizado!”
A sociedade, precisa acordar... Reagir!
O gestor tem que o cajado... “Assumir!”
Teremos que separar, joio... “Semente!”
Problema existe, não pode ficar indiferente...
Pelo visto, realmente, assusta... “Porvir!”
Cansamos de receber migalhas...
Basta de mentiras, balelas... Bravatas!
Por omissão, sabemos, COVID... Mata!
Enclausurados no poder, bando... “Canalhas!”
Ao invés de soluções, fake news... “Espalha!”
De um desequilibrado, estamos... “Reféns!”
A palavra mais propalada, não... “Tem!”
Desesperança, um triste... “Sentimento!”
Diria, na farofa, excesso, condimento...
Basta de a tudo proposto... “Amém!”
Haveremos de encontrar saídas...
Exigimos respeito, dignidade... Emprego!
Chega de assistir bajuladores... “Pelegos!”
Porco e galinha contentam-se... “Comida!”
Educação e saúde, promessas... “Cumpridas!”
Para gerenciar, necessário... “Projeto!”
Nada de enganação, faz de conta... “Decretos!”
Planalto, infestado, roedores... “Ratos!”
Orçamento secreto, garantindo, aparato...
Segue o sem noção, sem foco... “Objeto!”
Como, “Tudo na vida... Passageiro!”
Esse maldito, tsunami, logo... “Passa!”
Claro, em outubro, extirparemos... “Raça!”
Para a história, um novo... “Roteiro!”
Entregaremos o cajado ao legítimo... “Timoneiro!”
Que além, de habilidade... Conhecimento!
Será o fim desse inócuo... “Fermento!”
Infelizmente, contaminou... “Massa!”
Especialidade, rachadinha, trapaça...
Na real, desequilibrado, sem... “Argumentos!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 23/03/2022
LUTO
Ele estava internado na capital e morreu nesta terça-feira; cerimônia de despedida acontece na capela do Cemitério Memorial Park
INFRAESTRUTURA
Trecho próximo à passagem de nível apresentava afundamento após as chuvas; equipes do município e da Sanesul atuaram no reparo
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