Como...
Está rebelde a natureza...
Casas, penduradas, descendo... Morros!
Morador, a quem pedir... “Socorro?”
Vidas dilaceradas soterradas... Tristeza!
Comprometendo, binômio: “Força... Beleza!”
Sem poder fazer nada... Impotente!
Gestores, quanto desrespeito... “Gente!”
Toda mudança acontece através... Voto!
Quando minha digital, boto...
Votando em bandido, sendo... “Conivente!”
Por isso, muita cautela, cuidado...
Antes de votar, pense... “Futuro!”
Seja, construtor de pontes, não... “Muros!”
Basta de eleger, incapaz... Aloprado!
Sem nenhum projeto... “Despreparado!”
Assim, toda sociedade, paga... Preço!
Parece que do fim, estamos... “Começo!”
Trabalhador, sem rumo... “Desempregado!”
No popular: “Literalmente, lascado...”
Na testa, tarja, idiota, como... “Adereço!”
Teremos que encontrar saída...
Grafando novo enredo... História!”
Afinal, chega de elegermos... Escórias!
Ao povo, não basta apenas... Comida!
Exigimos, respeito, qualidade... Vida!
Cansamos do jogo de empurra... “Vai, vem!”
Governante com discurso pronto: “Não tem!”
Oferecendo, consolo, de piroca... “Mamadeira!”
Quanta fala deselegante, besteira...
O milho evaporando, virando... “Xerém!”
Renda do cidadão, para ser vista... “Lupa!”
Porém, os combustíveis, foram... “Dolarizados!”
Ministro, economia, na grana... “Montado!”
O pseudo governante, montado... “Garupa!”
Seja honesto, não sabe, a moita... “Desocupa!”
No condimento, excedeu, exagerou... “Pimenta!”
Sem projeto, o problema, não... “Enfrenta!”
Mas, tem gente, levando... Vantagem!
Segundo velho dito: “Desgraça pouca, bobagem...”
Vivemos num verdadeiro tsunami... “Tormenta!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 28/03/2022.