Valdemir Gomes
Temos...
Que marcar nosso território...
Defendendo com altivez... Espaço!
Basta de tratamento... Palhaço!
Gestor adora show, plateia... Auditório!
Porém, destilando inaudível... Repertório!
Tratamento dispensado ao humano... Objeto!
Continua, gerenciando, sem... Projeto!
Infelizmente, Brasil, descendo... Ladeira!
Cada dia, fake news, mentira, besteiras...
Segue a base do improviso... “Decretos!”
Carrinhos de supermercados... Vazios!
Trabalhador, não conseguindo... Sustento!
Na dispensa, zerou estoque... Alimento!
Desesperado chega a sentir... “Calafrios!”
Estômago, roncando, soltando... Assobios!
Das crianças, acabou, leite...
Arroz, cozido, água e sal, sem... “Azeite!”
A mãe sem solução, triste... Desesperada!
Governo, ao invés de solução, piada...
Fogão na cozinha, adereço... “Enfeite!”
A situação, realmente, insuportável...
Haveremos de encontrar saídas...
Na maioria dos lares, não... Comida!
Abordar esse assunto, revoltante... Desagradável!
Extrapolando o limite do tolerável...
Desconhecendo a liturgia do... Cargo!
Legisladores, fiscalize, use as regras... Embargo!
Cansamos dessa enrolação... “Engodo!”
Basta de sabonete, muçum, lodo...
Esse remédio, tóxico, sabor... “Amargo!”
Oxalá, que o povo entenda...
Voto causa, consequência... Efeitos!
Mas, em outubro, daremos... “Jeito!”
Colocaremos ponto final... “Contenda!”
Fim da escuridão ao descerrar... “Venda!”
Cautela, recolocaremos o País... Trilhos!
Faremos o melhor pelos nossos... “Filhos!”
Claro: “Chutaremos o pau... Barraca!”
Se necessário, meteremos o pé na jaca...
Mas, aos olhos das crianças... “Brilho!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 30/03/2022
LUTO
Ele estava internado na capital e morreu nesta terça-feira; cerimônia de despedida acontece na capela do Cemitério Memorial Park
INFRAESTRUTURA
Trecho próximo à passagem de nível apresentava afundamento após as chuvas; equipes do município e da Sanesul atuaram no reparo
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