Valdemir Gomes
Na...
Retina do tempo, saudade...
Daqueles aconchegantes... Abraços!
Saciava desejos, da minh’alma... Espaço!
Como imaginei que fosse... Verdade!
A proposta de uma nova... Sociedade!
Ao País, um instigante... Projeto!
Ledo engano, nada além... Decreto!
Muita bravata, apenas... Manolagem!
Pelo visto, está vazia bagagem...
Como desculpas, culpa... “Desafetos!”
A situação deveras, preocupante...
Na realidade, sem música, povo... “Dança!”
O que temos, fake news... “Lambanças!”
Gestor cercado por um bando... “Meliantes!”
Só a miséria, seguindo veloz... “Avante!”
Sem nenhuma perspectiva... “Saída!”
Trabalhador, sem emprego... “Comida!”
Orçamento secreto, mais... “Falcatruas!”
Quanto ao endereço, marquises, ruas...
A nova geração, sem futuro... “Perdida!”
Num repente, finda, março...
Começam as acomodações... Políticas!
Contra atual gestão, um balaio... “Críticas!”
Do pobre, furou sapato, está... “Descalço!”
Caímos no conto, trapaceiro... Falso!
Seus defensores, agora, mudos... “Calados!”
No popular: “Semelhante a guri... Cagado!”
A renda do cidadão, só vista... “Lupa!”
Sugestão: “Mamadeira de piroca, chupa...”
Na realidade, viramos ruminantes... “Ferrados!”
Surgindo fagulhas de esperança...
Felizmente, outubro... “Aproxima!”
Decisões acomodações, melhorando... “Clima!”
À medida que o tempo, escorre... “Avança!”
No tabuleiro político, inicia... “Dança!”
Mas, seguiremos atentos de... “Olho!”
Pois, no momento da carne, nem... “Molho!”
Com calma, cautela, mudaremos... “Enredo!”
Dias melhores, voltará, nove dedos...
Capita, no presídio, fecharemos... “Ferrolho!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 31/03/2022
LUTO
Ele estava internado na capital e morreu nesta terça-feira; cerimônia de despedida acontece na capela do Cemitério Memorial Park
INFRAESTRUTURA
Trecho próximo à passagem de nível apresentava afundamento após as chuvas; equipes do município e da Sanesul atuaram no reparo
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