Valdemir Gomes
Assim...
Registrando com cautela, momento...
Compromisso, tradição... Rotina!
Às vezes, chega a acender... Bina!
Tornando o ambiente... “Truculento!”
Mas, cada poema, expelindo... Sentimento!
Casos reais verídicos, jamais... “Lorota!”
Nada de mudança de rumo... “Rota!”
Mesmo sendo rotulado... “Desagradável!”
Ninguém, considerado, intocável...
Importante interferir, rumo... “Frota!”
A vida, caixinha de surpresa...
Um verdadeiro, sacolejo, vai... “Vem!”
Verdade irrefutável: “Ninguém conhece... Ninguém!”
Mistérios: “ Binômio... Força, beleza!”
Respeito, às diferenças, humildade, grandeza...
Porém, de complicado... “Entendimento!”
O amor é o mais belo... “Condimento!”
Pavimenta caminho, nos faz... “Feliz!”
É inadmissível o humano, perdiz...
Da sociedade, providencial... “Fermento!”
Um mundo salubre, diferente...
Construir, tornou-se desafio... “Diário!”
Às vezes, mudança de rota, itinerário...
Torna-se mais que necessário... “Urgente!”
Para o cultivo, escolha melhor semente...
Conhecimento, cautela... “Necessidade!”
Valor inegociável, claro... “Liberdade!”
Até porque toda turbulência... “Passa!”
Se necessário, projeto, refaça...
Sem jamais, abrir mão.... “Lealdade!”
Sendo eu, justo perfeito...
Abomino, palanques... “Auditórios!”
Porém, mantendo um eclético, repertório...
Respeitando, do semelhante... “Conceitos!”
Nem sempre agrada, esse... “Jeito!”
Atitude do vento, não fazendo... “Curvas!”
Mesmo percorrendo, águas... “Turvas!”
Diz o velho dito: “Navegar... Preciso!”
Pois, perfeição tem selo “ISO...”
Estão destruindo, dizimando... “Reservas!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 03/04/2022
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
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Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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