Valdemir Gomes
Vou...
Continuar com cautela, registrando...
Toda a movimentação... Política!
Eles, fazendo cálculos... Estatística!
Mas, permanecem o povo... Enganando!
Às vezes, de marqueteiro... Trocando!
Apresentando uma nova... Roupagem!
Porém, nada de conteúdo... Bagagem!
Diante disso, preciso ficar... “Olho!”
Bando de parasitas, piolhos...
Única mudança visível... “Maquiagem!”
Os pretensos postulantes... Cargos!
Nos bastidores, organizando... “Plano!”
Alguns semelhantes a nômades... Ciganos!
Nas urnas receberão... “Embargo!”
Provará os restos, sabor... “Amargo!”
Momento de silêncio, cautela... Reflexão!
Um grande susto, nova... “Lição!”
Ficando triste, deveras... “Preocupado!”
Entendendo, a vida, jogo, jogado...
Uma outra realidade... “Missão!”
Acompanhando de camarote... Movimento!
Os mesmos argumentos... “Repertório!”
Encontros inusitados, diria... “Vexatórios!”
Nada de renovação, na fala... Argumento!
Quanta falta de criatividade, talento...
Na realidade, muito joio... Semente!
Papéis, cartazes, poluição visual... Ambiente!
Estamos ligados, antenados... “Atentos!”
Basta de buçal, cabresto, jumento...
Como conteúdo, repertório... “Somente!”
Primeiro mês, segundo trimestre...
O calendário, insólito... Escorrendo!
Povo desalentado, triste... “Sofrendo!”
Pedimos Vênia, proteção... “Mestre!”
Faltando respeito com animais... Silvestres!
Amazônia, pantanal, deveras... Dizimados!
Vamos: “Passando a boiada... Gado!”
Nessa derriça, a gente, nem... “Sonha!”
Diria Boris: “Isso é uma vergonha...”
Muda, discurso, incompetente... “Aloprado!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 08/04/2022
LUTO
Ele estava internado na capital e morreu nesta terça-feira; cerimônia de despedida acontece na capela do Cemitério Memorial Park
INFRAESTRUTURA
Trecho próximo à passagem de nível apresentava afundamento após as chuvas; equipes do município e da Sanesul atuaram no reparo
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