Valdemir Gomes
Vejo...
Na retina implacável do dia a dia...
Um gestor, sem projeto... Truculento!
Tornando preocupante... Momento!
As boas ações, quando... Viriam?
Só por Jesus, Cristo, Ave Maria...
Continua governando sem... Projetos!
Apenas operações, tapa buraco... “Decretos!”
O povo sem rumo, desalentado... Perdido!
Apenas a fila do osso, tem crescido...
Na verdade, faltando foco... “Objeto!”
Esta realidade, deveras... Preocupante!
Ao cidadão, total falta... Respeito!
Oxalá, coragem para rever... Conceitos!
A população de rua, simples... Andante!
As barbáries, realmente, gritantes...
Se reclamar, opressão... “Cacete!”
Quanto às mazelas, embaixo... Tapete!
A solução esperada, prometida... “Engodo!”
Incompetência, como parte do todo...
Capitão, desconhece, liturgia... “Malhete!”
O Brasil, permanece na berlinda...
Problemas maquiados, empurrados... “Barriga!”
Bastidores, desentendimentos, negociatas... “Brigas!”
Pelo visto, o pior está por vir... “Ainda!”
Mas, felizmente, em outubro... “Finda!”
Esses maus feitores, serão... “Extirpados!”
Por Fake news, não mais... “Enganados!”
Mudaremos o rumo da prosa... “Enredo!”
Retomará o cajado, “Nove dedos...”
No lixo da história, o truculento... “Colocado!”
Como toda nuvem, passageira...
Às vezes, provocando transtornos... Tempestades!
Ele, inapto, faltando, polidez... “Capacidade!”
Seu repertório, bravatas... “Besteira!”
A cada dia, fritado, na frigideira...
Em breve, recuperaremos... “Sorriso!”
Voto consciente, tem selo... “ISO!”
Eliminaremos todos os intrusos... “Caminho!”
Escreveremos, grafaremos em pergaminho...
Construiremos com altivez, aqui... “Paraíso!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 12/04/2022
LUTO
Ele estava internado na capital e morreu nesta terça-feira; cerimônia de despedida acontece na capela do Cemitério Memorial Park
INFRAESTRUTURA
Trecho próximo à passagem de nível apresentava afundamento após as chuvas; equipes do município e da Sanesul atuaram no reparo
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