Valdemir Gomes
Nada...
Poderá ser mais revoltante...
Do que a omissão... Gestor!
Numa explícita, inversão... Valor!
Trabalhador ser visto... Meliante!
A cada minuto, instante...
O cidadão sendo deveras... “Agredido!”
Governante com esquemas... Envolvido!
Para isso, orçamento... “Secreto!”
Assim, aprovando danosos projetos...
Reforma, evaporando direitos... “Adquiridos!”
Diante dessa cristalina, verdade...
Tudo evaporando, virando... “Xerém!”
Segurança, saúde, educação, não... “Têm!”
Vivemos num estado... “Calamidade!”
Quanto aos problemas... “Resolutividade!”
Pois, COVID, continua... “Matando!”
Poder público, com a barriga... “Empurrando!”
Pelo visto, excesso de joio... “Semente!”
Ministros, saindo pela tangente...
De administrar, bravateiro... “Brincando!”
O povo, triste, desalentado...
Da panela, evaporou... “Comida!”
Sem opção, buscando saídas...
Aos governantes, mandamos... “Recado!”
Em outubro, eleitor, enganado...
Um basta aos engodos... “Falcatruas!”
Cansamos do pió, pió, canto... “Perua!”
Mudaremos de vez, esse... “Mote!”
Chega, de humilhação, curral, chicote...
Deveras, bradando o povo, nas... “Ruas!”
Essa dificuldade momentânea...
Unidos, encontraremos... “Caminhos!”
Em nome dos nossos, filhinhos...
Ações, naturalmente... “Espontâneas!”
Sabemos, a solução, não será, instantânea...
Mas, com dedicação... “Persistência!”
Mudaremos, o rumo... “Frequência!”
Sem essa de... “Passando rodo!”
Basta de sabonetes, lodos...
Tudo têm limites, inclusive... “Paciência!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 13/04/2022
LUTO
Ele estava internado na capital e morreu nesta terça-feira; cerimônia de despedida acontece na capela do Cemitério Memorial Park
INFRAESTRUTURA
Trecho próximo à passagem de nível apresentava afundamento após as chuvas; equipes do município e da Sanesul atuaram no reparo
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