Valdemir Gomes
Na...
Retina do coração... “Saudade!”
Aquele abraço afetuoso... Aconchegante!
Na verdade, o amor, edificante...
Humano contaminado, triste... Realidade!
O binômio, arrogância, vaidade...
Da vida, um destoante... Dreno!
Tornando o cidadão, rude... “Pequeno!”
Comprometendo o futuro... Humanidade!
Em evidência, excesso, promiscuidade...
Serpente, provando do próprio... “Veneno!”
Estamos, literalmente perdidos...
Não existe nenhuma... Saída!
COVID, segue, ceifando... Vidas!
Gestor, desequilibrado... Pervertido!
O futuro das crianças, comprometidos...
A sociedade, cabisbaixa... Triste!
Solução à vista, não... “Existe!”
Assistimos, verdadeiro, faz... “Conta!”
Essa falta de respeito, afronta...
Viramos aves, ração... “Alpiste!”
Temos que virar esse jogo...
Se preciso, chutar o pau... “Barraca!”
Inadmissível aceitar tratamento babaca...
Pelo visto, ele, brincando... “Fogo!”
Nada, além, bravateiro, demagogo...
Está na hora de aprender... Lição!
Desrespeita, ignora... “Constituição!”
O judiciário vai permanecer... “Calado?”
Sendo por ele, vilipendiado...
Deixando explícito desconhece... “Missão!”
O povo já não aguenta...
Assistir, pousando, bom... Moço!
Enquanto isso, aumentando, fila... Osso!
Passando por vexame... Tormenta!
Sabemos: “Roda não... Reinventa!”
Oxalá, eleitor faça melhor... Reflexão!
Não elegendo, idiotas, sem... “Noção!”
Iremos trocar a música... “Enredo!”
A solução, tem nove dedos...
Com ele, carta de alforria... “Libertação!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 25/04/2022
LUTO
Ele estava internado na capital e morreu nesta terça-feira; cerimônia de despedida acontece na capela do Cemitério Memorial Park
INFRAESTRUTURA
Trecho próximo à passagem de nível apresentava afundamento após as chuvas; equipes do município e da Sanesul atuaram no reparo
Voltar ao topo