Valdemir Gomes
Sempre...
Buscando novos horizontes, caminhos...
Tentando, contribuindo, fazendo... Parte!
Hasteando bandeira da paz, estandarte...
Tentando refazer, reconstruir... Ninho!
Disseminando, paz, amor, carinho...
Com altivez, demarcando... “Espaço!”
Sem fazer, pirotecnia... “Estardalhaço!”
Primando pelo justo, lícito... “Correto!
Pelos corredores, intrusos, desafetos...
Mas, preservando afetuoso... Abraço!
Nem sempre sendo compreendido...
Mas, nunca deixando de... “Acreditar!”
Para colher, necessário, plantar...
Assim, daremos à vida... “Sentido!”
Acreditando: “Nem tudo está... Perdido!”
Porém, importante buscar, mudar... “Rumo!”
Recolocando o País nos trilhos... “Prumo!”
Comprometendo-se estando... “Envolvido!”
Alguns compromissos, assumidos...
Resolutividade, aos problemas... “Insumos!”
.
Construiremos um mundo salubre, diferente...
Onde caibam, nossos projetos... “Sonhos!”
Resgataremos o cajado desse bisonho...
Separando de vez, joio... “Semente!”
Com ações exequíveis, coerentes...
Mantendo acima de tudo... Respeito!
Refazendo, ainda, possível... “Jeito!”
Infelizmente, País caindo... “Tabelas!”
Cansamos de tanto fake news, balelas...
Diria, imprescindível, rever... “Conceitos!”
Quanto as promessas de outrora...
Não foram além engodo... “Enganação!”
Oxalá, tenhamos aprendido... “Lição!”
Provo sem rumo... “O que fazer, agora?”
Pois, a cada dia, situação, piora...
Realmente: “Entramos num beco... Saída!”
Trabalhador, sem emprego... “Comida!”
Embarcamos, num barco... “Furado!”
Diria Sílvio Brito: “Tá tudo errado...”
Essa nova geração, literalmente... “Perdida!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 17/05/2022
LUTO
Ele estava internado na capital e morreu nesta terça-feira; cerimônia de despedida acontece na capela do Cemitério Memorial Park
INFRAESTRUTURA
Trecho próximo à passagem de nível apresentava afundamento após as chuvas; equipes do município e da Sanesul atuaram no reparo
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