Valdemir Gomes
Vou...
Escrever um novo enredo...
Relatando a situação... “Crítica!”
Os engodos as armações... Políticas!
Bastidores, reuniões, conluios... Segredos!
As falsas promessas, causando medo...
Estamos realmente, de olhos... “Atentos!”
Não caírmos, mais em falsos... “Argumentos!”
Basta de gesto Arminha... “Hipnose!”
Estamos antenados, nada, overdose...
Jamais, aceitaremos buçal... “Jumento!”
Queremos um País, pujante...
Sem surrupiar, nossos... “Direitos!”
Exigimos, resolutividade... Respeito!
Na realidade, essa moda, destoante...
A situação do trabalhador... “Humilhante!”
Chega de tanto fake news... “Balelas!”
Vamos romper as trancas... “Tramelas!”
Pobre, sem rumo, desalentado... “Mendigo!”
Despejado, marquises, endereço, abrigo...
Continuamos de prontidão... “Sentinelas!”
Essa mudança, brusca, repentina...
Lançando novos agrados... “Projetos!”
Corrupção, orçamento... “Secreto!”
Deveras acendendo, luz... “Bina!”
Sem objetividade, a viola... “Desafina!”
Nos bastidores, ligados, discretos... “Butuca!”
Desrespeito, palavras desconexas... “Machucam!”
Como cidadãos esclarecidos, temos... “Lado!”
Não tem condições de conduzir, cajado...
Pois, cansamos de enganação... “Muvuca!”
Através dos falsos discursos, mote...
A sociedade, pagando... “Preço!”
Mas, estamos preparados... “Recomeço!”
Acreditamos num falso... “Pacote!”
Ao invés de melhores... “Chicote!”
Realmente, seguras... “Urnas Eletrônicas!”
Sem nexo, bravatas, mentiras... “Tônica!”
Ao povo esclarecido, nada... “Intimida!”
Abominamos, curral, ração, comida...
Quiçá tais chantagens, propostas... “Biônicas!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 16/05/2022
LUTO
Ele estava internado na capital e morreu nesta terça-feira; cerimônia de despedida acontece na capela do Cemitério Memorial Park
INFRAESTRUTURA
Trecho próximo à passagem de nível apresentava afundamento após as chuvas; equipes do município e da Sanesul atuaram no reparo
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