Valdemir Gomes
Uma...
Sociedade mais humana, fraterna...
Construir, um desafio... “Todos!”
Sem essa, de manolagem, engodo...
Produzimos umas cidades... “Modernas!”
Aqui, caminho para vida... “Eterna!”
Por conseguinte: “Temos que refazer... Roteiro!”
Entendendo: “Aqui somos... Passageiros!”
Por isso, importante deixar... “Marcas!”
Aquele que no bonde, embarca...
Leva na bagagem, mensagem... “Mensageiro!”
Conseguimos sensibilizar, gestores...
Cobrando mudanças de... “Atitude!”
Humildade, respeito, saldo... “Virtude!”
Chega de política excludente... “Horrores!”
Ponto final, na acintosa inversão... “Valores!”
Queremos um mundo inclusivo... “Solidário!”
Inadmissível, relógio girando... “Contrário!”
Temos que reconectar, elos... “Corrente!”
Até por quê: “Somos do outro, dependente...”
Cansamos desse tratamento... “Otário!”
Estamos colocando em prática, projeto...
Porém, construídos a quatro... “Mãos!”
Somos ousados, propomos... “Lição!”
Não nos assustam, reatores... “Desafetos!”
Sempre, privilegiando o justo, correto...
Ao propor novo percurso... “Caminho!”
Sugerindo que seja refeito... “Ninho!”
Tudo faremos em nome... “Criança!”
Abolindo, de vez, vocábulo, vingança...
Nada mais edificante, que... “Carinho!”
Claro: “Mudar paradigmas, valores... Possível!”
Porém, com muita serenidade... “Calma!”
Mas, sem alarde, pirotecnia, palmas...
Instrumentos de retidão: “Prumo, nível...”
Tornar-se intransigente, postura... “Horrível!”
Com discrição, fazendo, óbvio... “Parte!”
Diria: “Respeito às diferenças... Arte!”
Temos que entender o tempo... “Calendário!”
Ao registrar os acontecimentos, diários...
Delimitando, hasteando bandeira... “Estandarte!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 21/07/2023.
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