Valdemir Gomes
Hoje...
É primeiro dia, do mês de maio...
Saudade, a vida, tempo, não... “Drena!”
Pois, a curva Tamburelo, levou... “Senna!”
Quando recordo, em lágrimas... “Caio!”
Mas, a vida, não admite... “Ensaio!”
Essa, a mais cristalina... “Verdade!”
Da nossa Pátria, orgulho... “Lealdade!”
Mesmo após trinta anos... “Passados!”
Pelo mundo ainda, continua, reverenciado...
Esbanjou competência... “Humildade!"
Com muita habilidade, representou...
Do nosso País, era, luz... “Orgulho!”
Na alma, ouço, ronco, barulho...
Essa lembrança, nunca... “Passou!”
Fato irrefutável: “Somente, aumento...”
Porque, por anos fomos... “Representados!”
Nossos domingos, eternamente... “Lembrados!”
Realmente, com muita leveza... “Orgulho!”
Dos motores, na mente, ronco, barulho...
Quanto ao pódio, por ele... “Ocupado!”
Após, vencer cada, disputa, corrida...
Empunhava com orgulho... “Bandeira!”
Na pista, dava uma volta, inteira..
A Nação, de felicidade, acometida...
Nossa alma, deveras, embevecida...
Ouvíamos a execução do... “Hino!”
Quão orgulhoso, aquele homem... “Menino!”
A gente esquecia toda... “Dificuldade!”
Na segunda, ao retornar à realidade...
Envaidecidos, agradecíamos... “Divino!”
Essa triste tragédia marcou a data...
Com sua habilidade, à vida... “Sabor!”
À profissão, muita dedicação, amor...
Nossa memória, sendo agredida... “Chibata!”
Sua capacidade, indiscutível, retrata...
A dignidade, persistência... “Brasileiro!”
Um cidadão, digno, honesto... “Verdadeiro!”
Daqueles que em tudo que faz... “Acredita!”
Podemos afirmar: “Um grande, cosmopolita...”
Como humano, também... “Passageiro!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 01/05/2024.
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