Valdemir Gomes
Nas...
Curvas íngremes do pensamento...
Às vezes, resvalam meus... “Sonhos!”
Porém, um outro percurso, proponho...
Imprescindível aproveitar... “Momento!”
Cada um tem seu próprio, talento...
Num repente, está faltando... “Oportunidade!”
Realmente, com dedicação... “Simplicidade!”
Sendo possível, traçar, sugerir... “Rota!”
Na curva do destino, sonhos, capotam...
Da juventude, ficam, lembranças... “Saudade!”
Mas, o tempo, ninguém, segura...
Num repente, jaz, a nossa... “Juventude!”
Por consequência, também... “Saúde!”
Chegando a velhice, realidade... “Pura!”
Aumenta a circunferência... “Cintura!”
Quanto aos cabelos: “Ficando... Coloridos!”
Começa a zumbir os... “Ouvidos!”
Aos poucos, perdemos... “Mobilidade!”
Impossível, mudar esta realidade...
Como presente, os filhos... “Crescidos!”
O homem esquecendo sua origem...
Deixando aflorar: “Ambição... Avareza!”
Sem piedade, destruindo a natureza...
Quanto ao pantanal; “Fumaça, fuligem...”
Assim, regras de a vida... “Afligem!”
Sabemos: “Toda causa produz... Consequência!”
Não resolve chorar, pedir... “Clemência!”
Está no momento de rever... “Conceitos!”
A chave da resolutividade, respeito...
Inadmissível questionarmos... “Ciência!”
Os rios, sem vida, assoreados...
Nas árvores, não nascem... “Broto!”
Usinas de álcool, contaminando... “Vinhoto!”
Esgotos inaturas, nos... “Despejados!”
Sem nenhum tratamento... “Jogados!”
O mundo deveras, poluído... “Insalubre!”
Quanto ao cidadão indefeso... “Lúgubre!”
Na realidade, somos reféns... “Sistema!”
Implorar por preservação, dilema...
Nosso desafio: “Tornar o planeta... Salubre!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 29/07/2024.
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