Peço...
Permissão ao Grande Arquiteto...
Para tecer comentários... “Herói!”
Certeza: “A minh’alma, corrói...”
Pois, organizando, belo... “Projeto!”
Superando obstáculos, desafetos...
Decidindo o que há de melhor... “Lida!”
Não simplesmente, afeto... “Comida!”
Mas, proporcionando a eu... “Asas!”
Mesmo tateando sobre brasas...
Mostrando-me caminhos... “Saídas!”
Sempre segurando o cajado...
Enfrentando as maiores... “Dificuldades!”
Com respeito, carinho e lealdade...
Para defender-me jamais... “Cansado!”
Ao meu referencial, reitero: “Obrigado...”
Conduzindo-me ao caminho... “Virtude!”
Mesmo sendo iletrado, jamais... “Rude!”
Podemos afirmar: “Fortaleza... Escudo!”
Para proteger-me, faz de tudo...
Dedicando a mim, vida... “Juventude!”
Hoje, passos lentos, cabelos coloridos...
Sua pele um tanto quanto... “Queimada!”
Às vezes, acordando, na madrugada...
Seus passos, lentos, braços estendidos...
Pé por pé, evitando barulhos, ruídos...
Sempre admirando, vigiando... “Sono!”
Deveras atento, ratificando... “Trono!”
Retornando orgulhoso, a seu... “Leito!”
Sorrido, entusiasmado, satisfeito...
De sua vida, eu verdadeiro... “Outono!”
Seu jeito simples, feliz, encantador...
Porém, discreto, humilde... “Capaz!”
Na voz firme, palavras, mansas... “Traz!”
Mensagens edificantes, sem, rodeios...
Mostrando à prole a que veio...
Cumprindo com dignidade, missão... “Papel!”
A esse cidadão, a gente, tira... “Chapéu!”
Através desta singela... “Homenagem!”
Descortinando da vida, outra margem...
Realmente: “É minha joia... Troféu!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 11/08/2024.