Como...
Foram difíceis os quatro anos...
Onde a prioridade... “Motociata!”
Ao pobre contribuinte, chibata...
Viram abortados todos os planos...
Alguns, viraram andarilhos... “Ciganos!”
Graças ao sufrágio soberano... “Consciente!”
Destronamos de forma definitiva... “Incompetente!”
Dessa vez, mandamos para o cesto... “Lixo!”
Ele virou cão raivoso, ladrando o bicho...
Conseguimos separar o joio... “Semente!”
Aos poucos, voltando, normalidade...
O trabalhador, conquistando... “Emprego!”
Mandamos para o presídio arruaceiros, pelegos...
Sabemos: “Ainda há gargalos... Adversidades!”
Mas, “O nove dedos, tem capacidade...”
Com certeza: “Em breve... Sorriso!”
Faremos aqui: “O nosso... Paraíso!”
Acabamos de vez, chacota... “Cirula!”
Estamos tranquilos: “Com o cajado, Lula...”
Está realizando o necessário... “Preciso!”
Agora, faremos a faxina, município...
Acabaremos com a inversão... “Valores!”
Resgataremos o cajado, agitadores...
Aqueles não tem ética... “Princípios!”
Nada de reconduzir, ímpios...
Precisamos melhorar, adubar... “Terreno!”
Essas víboras, provarão... “Veneno!”
Dinheiro público, utilizado... “Desistência!”
Quanta falta de idoneidade, decência...
Porém, a essa sangria, urgente... “Dreno!”
Em pleno século vinte e um...
Inaceitável a manutenção... “Cabresto!”
Chega de se contentar com migalhas, restos...
Cansamos desse zumbido, abelhas... “Zum!”
Daremos um basta na flatulência... “Pum!”
Parafraseando repórter: “Você... Ridículo!”
Vamos bisbilhotar, analisar... “Currículo!”
Por conseguinte: “Estamos antenados... Ligados!”
Alguns lobos de cordeiro, disfarçado...
Apossando-se da bíblia, usando... “Versículo!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 30/08/2024.