Segurança
Os dados genéticos coletados serão inseridos no Banco Nacional de Perfis Genéticos
A Polícia Científica de Mato Grosso do Sul (PCiMS), em parceria com a Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário), realizou na última quarta-feira (23) a coleta de 300 amostras biológicas de pessoas com sentença condenatória nos estabelecimentos penais masculino e feminino de Corumbá, incluindo o Presídio Feminino “Carlos Alberto Jonas Giordano”.
Os dados genéticos coletados serão inseridos no Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG), que auxilia na identificação de autores de crimes ainda sem solução. A ação foi direcionada a detentos condenados por crimes violentos e hediondos, como homicídio, estupro, feminicídio e roubo com uso de violência.
Segundo o coordenador-geral de Perícias da PCiMS, José de Anchieta Souza Silva, a iniciativa reforça o papel da ciência forense como aliada das investigações criminais. A operação mobilizou 18 servidores da Polícia Científica e contou com o apoio de 14 policiais penais para garantir a segurança e o suporte logístico nas unidades prisionais.
A diretora do Instituto de Análises Laboratoriais Forenses (IALF), Josemirtes Fonseca Prado da Silva, destacou a importância dos dados genéticos para a elucidação de crimes. O trabalho está amparado na Lei Federal nº 12.654/2012, que obriga a coleta de DNA de pessoas condenadas por crimes graves.
Para o diretor-presidente da Agepen, Rodrigo Rossi Maiorchini, a integração entre as instituições fortalece a segurança pública e representa um avanço no enfrentamento à impunidade. Mato Grosso do Sul, que integra a Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG), é um dos estados com maior número proporcional de perfis inseridos no sistema nacional.
CUIDADO E PREVENÇÃO
Iniciativa em Aquidauana reforça a importância do cuidado com a saúde da mulher, da identificação de alterações nas mamas e da realização de exames preventivos.
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