X

Festival de Inverno 2019

Festival leva espetáculos para assentamentos e distritos de Bonito

Vai ter teatro infantil de bonecos, teatro de sombras, dança vertical, circo de variedades e teatro popular

Compartilhe:

A-

A+

O Festival de Inverno de Bonito 2019 traz uma programação na área de Artes Cênicas recheada de novidades, para agradar a todos os públicos. Vai ter teatro infantil de bonecos, teatro de sombras, dança vertical, circo de variedades e teatro popular, no Palco da Praça, no Centro de Bonito, e também nos distritos e assentamentos dos arredores.

A programação começa no dia 20 de julho, no Distrito Águas de Miranda, com o espetáculo “Iara – O encanto das águas”, da Cia Lumiato. Este espetáculo infanto-juvenil de teatro de sombras, inspirado na lenda da Iara, a sereia brasileira, e nos saberes da tradição oral dos povos originários do Brasil, é de classificação livre, com 40 minutos de duração.

A encenação usa a dinâmica cinematográfica, onde o espectador tem a impressão de estar assistindo um filme. A narrativa é de fácil entendimento, utilizando pouco texto. Depois da apresentação o público pode ver de perto o material cênico do espetáculo e bater um papo com os artistas. A direção, dramaturgia e cenografia  é de Alexandre Fávero, encenada pelos atores sombristas Thiago Bresani e Soledad Garcia.

O espetáculo será apresentado também no dia 21, no  Assentamento Guaicurus e no dia 25, na Caixa Cênica, em Bonito. A Cia Lumiato ministra uma Oficina de teatro de sombras nos dias 22, 23 e 24 de julho, das 18 às 22 horas.

A Cia Trucks, de São Paulo, traz o espetáculo “Expedição Pacífico” para o Festival. No dia 22, a apresentação será na Vila Machado, às 18 horas; no dia 23, no Bairro Planalto e Vila América, às 18 horas; no dia 24, no Bairro Marambaia, às 18 horas e no dia 26, na Caixa Cênica, em Bonito. 

“Expedição Pacífico” é o mais novo espetáculo da Cia Trucks, em que o grupo trata de fazer, da grande Ilha de lixo que cresce a cada dia em algum ponto do Oceano Pacífico, cuja extensão já é maior do que vários Estados do Brasil juntos, uma sutil alegoria de situações da cidade de São Paulo. Na Grande Ilha de Lixo do Pacífico é que vão parar toda a sorte de detritos e rejeitos da nossa humanidade.

Conduzindo uma carroça de lixo repleta de descartes, vemos, nas figuras de dois “carroceiros”, o ser humano marginalizado pela sociedade, tratado à deriva pelos asfaltos, tal como o lixo que navega pelo oceano. Os dois criativos catadores de lixo são capazes de construir, de quase nada – apenas sacolas e lonas plásticas – um mundo fantástico, de diversão, bom humor e muitos sonhos. Na medida em que recolhem o lixo da grande cidade, o transformam em verdadeira poesia visual, criando belíssimas imagens, divertidas criaturas e incríveis cenários para onde são capazes de viajar, e onde viverão as suas pequenas aventuras e brincadeiras. O texto é de Henrique Sitchin, Gabriel Sitchin e Rogério Uchoas, com direção de Henrique Sitchin. No elenco, Gabriel Sitchin e Rogério Uchoas.

O Palco da Praça recebe no dia 25, às 19 horas, o espetáculo “Vertebral” do Grupo Ares de dança.  O Espetáculo tem uma área de investigação na qual a presença do risco permanente atravessa o corpo dançante e acrobático em situações de desequilíbrio, suspensão, torções, queda e recuperação. 

O Circo Zanni foi criado em 2004 por Isabella Mucci, Fernando Sampaio, Domingos Montagner, Marcelo Lujan, Pablo Nordio, Luciana Menin, Erica Stoppel, Maíra Campos e Daniel Pedro, artistas circenses com formação e características diversificadas. E um espetáculo de variedades, com uma estrutura próxima do circo clássico, com banda ao vivo formada pelos seus acrobatas, trapezistas, palhaços e malabaristas.

Encerrando a programação de Artes Cênicas, o Grupo Galpão traz a Bonito no dia 27, às 18 horas, a peça “Os gigantes da montanha”, fábula escrita por Luigi Pirandello. A peça narra a chegada de uma companhia teatral decadente a uma vila mágica, povoada por fantasmas e governada pelo Mago Cotrone.

É uma alegoria sobre o valor do teatro e, por extensão, da poesia e da arte e sua capacidade de comunicação com o mundo moderno, cada vez mais pragmático e empenhado nos afazeres materiais. A classificação é livre, e a duração é de 90 minutos. Direção de Gabriel Villela e dramaturgia de Eduardo Moreira e Gabriel Villela.

VEJA TAMBÉM

ÚLTIMAS

Moradores prestam últimas homenagens a Lourival em Aquidauana

DESPEDIDA

Moradores prestam últimas homenagens a Lourival em Aquidauana

Velório reuniu familiares, amigos e moradores na Pax Universal; artesão morreu aos 72 anos

Piracema impõe restrições à pesca nos rios de Mato Grosso do Sul

MEIO AMBIENTE

Piracema impõe restrições à pesca nos rios de Mato Grosso do Sul

Restrição começou nesta quinta-feira na bacia do Paraguai; período segue até 28 de fevereiro de 2027

Voltar ao topo

Logo O Pantaneiro Rodapé

Rua XV de Agosto, 339 - Bairro Alto - Aquidauana/MS

©2026 O Pantaneiro. Todos os Direitos Reservados.

Layout

Software

2
Entre em nosso grupo