Esportes
A reunião que definiu a permanência de Guiñazu no Internacional foi marcada por constrangimento entre os dois lados. Segundo o vice-presidente de futebol do clube, Fernando Carvalho, o volante ficou em silêncio ao ouvir que seria liberado para atuar no São Paulo apenas com pagamento de multa rescisória.
No encontro, o empresário Fabiano Ventura foi quem falou pelo argentino. "O agente afirmou que o Guiñazu não queria ficar no Inter, que desejava ser negociado ao São Paulo. Eu e o Vitorio (Piffero, presidente) dissemos que ele só sairia se o clube pagasse a multa. Guiñazu ficou quieto. Foi uma reunião constrangedora", disse o dirigente, em entrevista ao jornal Zero Hora.
O valor da multa seria em torno de US$ 20 milhões (cerca de R$ 35 mi), de acordo com a publicação gaúcha. Sem o pagamento, Guiñazu deverá cumprir contrato no Beira-Rio, válido até 22 de junho de 2010. Além disso, o volante tem um compromisso acordado com o clube por mais duas temporadas.
Na semana passada, o São Paulo negou interesse na contratação do atleta. Segundo o vice-presidente de futebol, Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco, o não se manifestou no sentido de tentar um acerto com Guiñazu. O dirigente ainda disse que os boatos pudessem ter surgido por interesse do empresário.
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