Em busca do brilho e do prestígio perdidos. De fora das últimas três Olimpíadas, participações pouco expressivas nos Mundiais mais recentes. O país que foi uma escola vive tempos de recuperação.
Nada melhor que aprender com os melhores. O que não falta a esta seleção é um toque de quem, hoje, pratica o basquete mais competitivo do planeta. Nas mãos do técnico argentino Rúben Magnano, campeão olímpico em 2004, uma espécie de mapa do tesouro.
No primeiro treino da nova comissão técnica rumo ao Mundial da Turquia, no mês que vem, um retrato do basquete tipo exportação. O time tem quatro jogadores na liga profissional dos Estados Unidos, dois na Espanha - atual campeã do mundo e vice-olímpica - um na Venezuela e todos os outros já tiveram experiência no exterior.
"Eles estão preocupados com o que nós podemos fazer ", diz o pivô Nenê.
Reconquistar o respeito internacional. Não é pouco o que esta equipe pode fazer.