CAMPO GRANDE
Um incêndio destruiu uma residência na tarde de sábado (29), na rua Agostinho Bacha, no Jardim Monumento, em Campo Grande. No local, mora a técnica de enfermagem, Rosimeire Almeida da Paz, de 42 anos e o filho dela de oito meses. A suspeita é de que as chamas tenham sido provocadas em forma de represália ao outro filho, que mora na casa aos fundos e é usuário de drogas.
O fogo, que demorou cerca de 20 minutos para ser controlado pela equipe do Corpo de Bombeiros, destruiu a varanda, sala, quarto, cozinha e banheiro da casa, comprometendo a estrutura da residência. As chamas ainda queimaram uma moto Honda CG FAN 160, da moradora. "Derreteu! Queimou todas as minhas coisas: guarda roupas, armários, televisão, geladeira, tudo. Estou sem chão", lamentou.
Segundo a técnica de enfermagem, que estava trabalhando quando o incêndio começou, trata-se de um crime. "Tem imagens das câmeras. Parou um Gol preto e desceram três homens. Dois deles entraram lá e meteram fogo, entraram para matar. Meu filho que mora nos fundos é usuário de drogas. Pagamos por ele, tenho certeza", disse.
Hoje, Rosimeire conta com a solidariedade de parentes. "Podem me ligar. Preciso de ajuda! meu filho tem só oito meses. Coisinhas dele, roupas, tudo queimou. Quem puder doar fraldas, mas por ele", pediu, chorando ao telefone.A moto, também consumida pelo fogo, ainda não estava quitada. Faltam 20 parcelas.
Temendo pela própria segurança e a do filho, Rosemeire diz não ter intenção de voltar ao local. "Não sei o que vou fazer, mas voltar para lá não posso. Dessa vez não estávamos em casa, mas eles entraram para matar quem estivesse lá. Estou apavorada com essa situação", pontuou.
O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento (Depac) do bairro Piratininga e será investigado. Quem quiser ajudar Rosimeire, pode entrar em contato pelo telefone: 67 99163-6770.
Eleições 2026
Alterações atingem 444 seções eleitorais em 22 estados; Justiça Eleitoral recomenda consulta antecipada
EDUCAÇÃO
Estudantes de Três Lagoas encontraram novas perspectivas na educação profissional; escola ampliou cursos e formou 73 alunos em 2025
Voltar ao topo