dothCom Consultoria Digital
Publicado em 12/01/2008 às 13:50
Atualizado em 10/09/2026 às 13:53
Antes do início da vistoria no Presídio Federal de Campo Grande, a primeira notícia anunciada pelo diretor do Sistema Penitenciário Federal do Depen (Departamento Penitenciário Nacional), Wilson Damázio, foi o investimento de US$ 300 mil em tecnologia para coibir ações do crime organizado.
Nos próximos meses, os presídios federais devem receber aparelhos extratores de identificação de ligações feitas por telefone celular. A tecnologia israelense permitirá o rastreamento das ligações, registro das chamadas, gravação das conversas e conseqüente apreensão dos aparelhos usados pelos presos, na maioria das vezes como instrumento para comandar ações fora da prisão. Segundo o diretor, um equipamento já foi comprado e outros trinta devem ser adquiridos para repasse, inclusive,para penitenciárias estaduais.
A vigilância também será reforçada com a compra de microfones de lapela, que passarão a ser de uso obrigatório para os agentes penitenciários federais. Com adoção desse procedimento, será possível gravar todos os contados entre agentes e presos, o que para a Depen significa segurança para os funcionários e menor risco de subornos ou favorecimentos.
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