dothCom Consultoria Digital
Publicado em 29/08/2008 às 10:56
Atualizado em 10/09/2026 às 13:54
O autônomo Marinaldo Lourenço da Silva, acusado de ajudar o irmão Edinaldo Lourenço da Silva na morte de Adauto Teixeira, foi condenado a cinco de anos de reclusão em regime fechado. O júri popular reconheceu o homicídio simples com participação de menor importância, embora tenha sido denunciado pelo crime de homicídio qualificado - por motivo fútil e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. O julgamento foi concluído no fim da tarde de ontem. As informações são do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul).
O ajudante-geral Edinaldo Lourenço e o autônomo Marinaldo foram denunciados pelo crime de homicídio duplamente qualificado - por motivo fútil e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. O crime ocorreu no dia 10 de dezembro de 2003, na Rua Tim Maia, no bairro Bairro Estrela Dalva.
Segundo o processo, Elza Francisca de Araújo relacionava-se com Edinaldo mas, como este era casado, os encontros entre eles eram esporádicos. Elza e a vítima Adauto freqüentavam o Curso de Alfabetização para Jovens e Adultos em uma escola do Bairro Tiradentes, passando a manter um relacionamento amoroso.
No dia do crime, Edinaldo estava em um bar, quando avistou a vítima que se dirigia para a escola. Ele buscou em sua casa o revólver calibre 38 e combinou com o irmão Marinaldo, para que este pilotasse a moto Titan e fossem ao encalço da vítima. Edinaldo ainda será julgado pelo crime.
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