O advogado Antônio Paulo de Amorin, de 54 anos, preso em novembro do ano passado por acusação de pedofilia foi condenado ontem a pagar 42 anos e 4 meses de prisão.
Amorin foi preso no dia 19 de novembro do ano passado, após a psicóloga Lindomar Pacheco, representante do Conselho Municipal de Enfrentamento a Violência Sexual Do Ministério Público Estadual, receber uma denúncia anônima com alguns dos filmes com conteúdos pedófilos produzidos pelo próprio advogado.
Na época em que o advogado foi preso, policiais encontraram na residência do acusado três vídeos pedófilos produzidos por ele, mais de 200 CDs e DVDs com materiais pornográficos, 5 CPUs, boneca inflável, vibradores e estimulantes sexual .
As vítimas do advogado possuíam entre 13 e 16 anos e, uma delas, é parente da ex-esposa de Amorin. Quando foi preso, ele confessou o crime de pedofilia, afirmou ser apaixonado por uma das vítimas e confirmou que há 10 anos sentia desejos por crianças e que desde 2008 tinha relações sexuais com as menores.
Desde o dia 24 de novembro o acusado está detido na penitenciária Ary Amorin Costa.
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