Agnaldo Gonçalves (46), conhecido como ?Agnaldo Martelo? foi assassinado na noite de sábado por Tiago Almeida de Andrade (26) e por Andréa do Carmo Rodrigues Freitas (25), no Bairro Nova Aquidauana.
De acordo com o Delegado Mario Donizete, o crime aconteceu por volta das 21 horas na Rua Antonio Graça, sem número, residência de Andréa.
Aos policias militares, Andréa que era enteada de Agnaldo, assumiu a autoria do crime, porém em depoimento ao delegado Mario Donizete, Tiago confessou ter dado a primeira facada, alegando ter cometido o ato por vingança, uma vez que a vítima teria passado à mão nas pernas de sua namorada Andréa.
O crime:
Tiago deu um golpe de gravata em Agnaldo em seguida, com a vítima já caída ao chão esfaqueou-o no peito. A faca quebrou, sendo assim Andréa pegou outra faca e desferiu dois golpes contra seu padrasto.
Em seguida com a ajuda de Perna, um amigo do casal, que chegou logo após o crime, a vítima foi enrolada, já sem vida em um cobertor e deixada em uma casa abandonada próximo ao local do crime, na Rua Boiadeira.
Seqüência:
Andréa logo após cometer o crime teria ligado para seu irmão comunicando o assassinato de seu padrasto pedindo para o mesmo ir buscar seus filhos e sua mãe. Logo em seguida a enteada da vítima e seu namorado Tiago fugiram para Anastácio, onde permaneceram escondidos em um barraco, próximo a casa de um tio de Andréa.
Primeiramente Tiago se apresentou aos policiais pelo nome de Joel, logo após confessou sua verdadeira identidade, sendo constatado pelos Policiais Militares um mandado de prisão em desfavor do mesmo.
Eficiência:
Válido ressaltar o importante trabalho dos peritos da Polícia Civil de Aquidauana, bem como do Serviço de Inteligência da Polícia Militar de Aquidauana, que com bastante conhecimento e persistência conseguem provas e detalhes que elucidam casos como este.
Todo esse minucioso trabalho permite ao fim que o Delegado Mario Donizete, o qual está realizando um grande trabalho em Aquidauana, tenha mais amparo para interrogar os acusados e assim poder chegar ao verdadeiro culpado.