Depois das primeiras investigações na área rural do distrito de Taquaruçu, em Colniza, no noroeste de Mato Grosso, onde nove trabalhadores foram assassinados a tiros e cortes de facão, a Polícia concluiu que a chacina poderia ter sido muito maior.
A chuva intensa do período e a consequente subida do nível de um rio da região impossibilitou que mulheres e crianças fossem para o local onde aconteceram os homicídios. Ficaram no vilarejo, esperando as águas baixarem. No assentamento, os que foram encontrados pelos assassinos acabaram sendo mortos.
De acordo com o comandante regional da Polícia Militar de Juína, tenente-coronel Eduardo Henrique de Souza, não se pode falar em sobreviventes. “Algumas pessoas que estavam na área só não morreram porque não foram encontradas”. Segundo ele, três executores já foram identificados. Dois estão presos e um sócio de uma serraria, foragido, teve mandado de prisão temporária decretado, mas negocia sua rendição.
A chacina pode ter relação com a extração ilegal de madeira, mas existem informações sobre a existência de ouro na região. Além disto, as pessoas fazem plantações de subsistência, como milho e mandioca.
Loterias
Bilhetes foram registrados em Campo Grande e Corguinho; estado ainda teve 32 quadras espalhadas por 17 municípios
Oportunidades
Oportunidades contemplam vagas locais e regionais; atendimento ocorre das 07h às 13h
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