Operação Chip, do Gaeco, cumpriu mandados de prisão e busca e apreensão na manhã desta segunda
Um agente penitenciário facilitava a entrada de telefones celulares e drogas no Instituto Penal de Campo Grande. O esquema foi descoberto durante as investigações da Operação Chip e Cleiton Paulino de Souza foi preso sob as acusações de crimes de corrupção, peculato, tráfico de drogas e associação para o tráfico, na manhã desta segunda-feira (12).
Os agentes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual, cumpriram mandados de prisão e busca e apreensão no nesta segunda, no Complexo Penitenciário da Capital que fica no Jardim Noroeste – região leste da Capital.
Segundo o Gaeco, agentes e promotores chegaram ao Instituto Penal por volta das 6h, com apoio de aproximadamente 30 homens do Batalhão de Choque da Polícia Militar. Ao todo, foram cumpridos três mandados de prisão temporária, dentro os quais que deteve Cleiton, e cinco de busca e apreensão.
Os investigadores agora trabalham para descobrir se o agente de custódia do Estado recebia vantagens para facilitar a entrada dos celulares e drogas dentro do presídio, ou se era ameaçado pelos presos.
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