Para o Sinpol-MS, o assassinato de um policial civil no exercício de sua função deve ser punido no rigor da lei
Ontem foram julgados os cinco acusados pela morte do investigador Dirceu Rodrigues dos Santos, ocorrido em 22 de abril de 2014 em Campo Grande. Destes, quatro foram condenados e um absolvido. Para o Sinpol-MS, o assassinato de um policial civil no exercício de sua função deve ser punido no rigor da lei. “Quando há o homícidio de um policial, o estado sangra, pois há uma afronta ao poder do estado e da justiça representado através daquele servidor. A sentença proferida foi justa, mas não trará de volta o amigo amado por toda uma categoria, tampouco o ente querido de uma família”, declarou o presidente do sindicato, Giancarlo Miranda.
Sentenças
Alexsandro Gonçalves Rocha, conhecida como travesti Aléxia, confessou o assassinato e foi condenada a 24 anos de reclusão e 3 meses de detenção por homicídio doloso qualificado, lesão corporal leve contra o outro policial ferido, corrupção de menores e furto qualificado das armas dos investigadores.
Alexandre Gonçalves Rocha foi condenado a 9 anos de reclusão, 3 meses de detenção e 10 dias/multa pelos crimes de lesão corporal dolosa seguida de morte, lesão corporal leve contra o segundo policial, corrupção de menores e furto qualificado da arma das vítimas.
Cleber Ferreira Alves e Renato Ferreira Alves foram condenados por receptação das armas dos policiais civis e posse ilegal de arma de fogo. Cleber terá pena de 2 anos de reclusão, 1 ano de detenção e 20 dias/multa e Renato terá pena de 1 ano de reclusão, 1 ano de detenção e 10 dias/multa. Giovani de Oliveira Andrade foi absolvido.
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